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Entram em funcionamento os primeiros carros americanos, puxados por cavalos, marcando o início dos transportes urbanos sobre carris em Lisboa.
Os elétricos passam a funcionar com energia elétrica, melhorando progressivamente a tração animal e modernizando a mobilidade na cidade.
A rede elétrica se expande rapidamente, ligando bairros centrais e periféricos. O elétrico torna-se essencial no cotidiano lisboeta.
O Elevador da Glória começa a operar, reforçando a ligação entre zonas restritas da cidade e integrando-se na rede de transportes sobre carris.
A rede atinge sua maior dimensão, com variedades de linhas ativas e grande importância no transporte diário da população.
Com o crescimento do automóvel e do ônibus, várias linhas são fechadas e a rede elétrica é reduzida.
Um acidente grave marca a história dos transportes lisboetas, permanecendo como um momento de memória e reflexão sobre segurança e responsabilidade.
O eléctrico passa a ser reconhecido como património cultural da cidade, mantendo-se em circulação sobretudo em linhas históricas.
São introduzidas novas elétricas em algumas linhas, conciliando a tecnologia atual com a preservação dos modelos históricos.
Os elétricos continuam a circular pelas ruas de Lisboa, prolongamentos por maquinistas que mantêm viva uma profissão histórica, ligando passado e presente nos trilhos da cidade.